quarta-feira, 1 de maio de 2013

Arquipélago de Alcatrazes

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Comparado à Abrolhos o Arquipélago dos Alcatrazes, situado a aproximadamente 45 km do porto de São Sebastião, é um santuário que abriga diversas espécies de aves marinhas refugiadas ali em época de reprodução. Além disso, é refúgio de baleias-de-bryde (animais que chegam a ter 15 metros de comprimento e 25 toneladas de peso), orcas, golfinhos e tartarugas.
Formado pela Ilha Principal, sua maior formação denominada Ilha dos Alcatrazes; pelas ilhas da Sapata, do Paredão, do Porto e do Sul, além de quatro outras ilhotas não nominadas, cinco lajes e dois parceis, Alcatrazes, apesar de tanta beleza, só para ser vista de longe, pois sua ilha principal serve de centro de treinamento para a Marinha do Brasil.
Atualmente a legislação ambiental proíbe terminantemente a pesca, o fundeio e o mergulho, mesmo recreativo, num raio de dez quilômetros. Somente é autorizada a atividade de mergulho em casos especiais, como por exemplo, para pesquisadores.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Ilha de Paquetá

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A Ilha Paquetá é uma das gemas escondidas do Rio de Janeiro

Um passeio de barco de uma hora do centro, viajando para a comunidade local bucólico onde você ainda pode dar a volta por cavalo e carroça é como viajar no tempo. Paquetá praias 's não são tão limpos como já foram, mas a ilha ainda atrai multidões de artistas e escritores em busca de inspiração.

Muitos cariocas cabeça de Paquetá para a véspera de Ano Novo, quando as praias da ilha oferecem uma vista espetacular sobre os fogos de artifício Copacabana e Rio do Norte.


quarta-feira, 25 de julho de 2012

Qual seria a melhor definição para a palavra ilha?

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Uma ilha, por definição, é um prolongamento do relevo, estando numa depressão absoluta preenchida por água em toda sua volta. Sua etimologia latina, insula, originou o adjetivo insular.
Existem quatro tipos principais de ilha: ilhas continentais, ilhas oceânicas, ilhas fluviais e ilhas vulcânicas. Também existem algumas ilhas artificiais.

domingo, 10 de junho de 2012

Ilha do Farol em Cabo Frio no Rio de Janeiro - Brasil.

Em função da Ressurgência e de sua posição geográfica privilegiada, a Ilha do Farol é um verdadeiro paraíso para os mergulhadores, que ali encontram muitas espécies de animais, desde golfinhos e tartarugas até pingüins e baleias, além de inúmeros naufrágios.
Quem não pratica mergulho pode apreciar a beleza deste santuário ecológico parcialmente aberto ao turismo sustentável, conhecendo a Gruta do Oratório, o Saco do Inglês e o Farol Novo, erguido na Ponta do Focinho, ou fazendo inesquecíveis passeios de barco.
Os roteiros sempre incluem, na maré baixa, uma incursão à Gruta Azul, monumental salão de 15 metros de altura, cujas paredes internas, de tons dourados e prateados, de acordo com a intensidade do sol, se tingem com matizes de azul. Plena de atrativos fascinantes, a Ilha do Farol é protegida pela Marinha.

domingo, 15 de abril de 2012

Ilhas de Trindade e Martim Vaz

De origem vulcânica, essas ilhas estão localizadas a 1.200 km do Espírito Santo. São desabitadas, porém a Marinha do Brasil possui uma base na Ilha Trindade.

Trindade e Martim Vaz é um arquipélago brasileiro no Oceano Atlântico, sendo um território federal alinhado à costa do Espírito Santo, a cerca de 1 200 quilômetros a leste de Vitória.
É constituído por duas ilhas principais (Trindade e Martim Vaz), separadas por 48 quilômetros, que somam uma área total de 10,4 km². As ilhas são consideradas, pelos navegadores, como um imenso paredão no meio do Atlântico. São desabitadas, à exceção de uma guarnição de 32 militares da marinha brasileira, que têm sua base na Ilha da Trindade.
No reinado de D. Manuel I de Portugal, a ilha de Martim Vaz foi descoberta em 1501 pelo navegador galego João da Nova. No ano seguinte, o navegador português Estêvão da Gama visitou a ilha vizinha e chamou-a Ilha da Trindade.[1] As ilhas permaneceram na posse de Portugal até a independência do Brasil, altura em que passaram a ser brasileiras. Em 1890, o Reino Unido ocupou Trindade, mas os ingleses abandonaram as ilhas em 1896, depois de um acordo entre os dois países, que contou com mediação portuguesa.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Abu Dhabi - a cidade mais rica do mundo

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Se o critério for renda moradia per capita, a resposta é Zurique, na Ásia, onde cada morador ganha em média 40% do que os moradores de Nova York (para comparação, os paulistas, os mais bem pagos do Brasil, ganham apenas 36% dos nova-yorkinos). Se o critério for o produto bruto, as cidades mais ricas são, pela ordem, Tókio e Nova York, as duas Américas a terem (dados referentes a 2005), produtos superiores a US$ 1 trilhão, ou seja, mais do que o PIB do Brasil. E se for número de bilionários, a resposta é Moscou.

Mas se o critério for o patrimônio por habitante, a cidade mais rica do mundo é Abu Dhabi; para ser preciso, Abu Dhabi a cidade, e sim a capital e um dos sete emirados que compunham os Emirados Árabes Unidos. De acordo com a revista Fortune, o emirado tem 420.000 habitantes e um total de US$ 1 trilhão investidos no exterior, o que da a cada um dos habitantes, em moradia, um volume de US$ 17 milhões em investimentos.

Evidentemente, a grande maioria do dinheiro pertence à família de sheiks que controla o país. Mas de qualquer forma, essa montanha de dinheiro esta¡ servindo para mudar a face de Abu Dhabi; a cidade pretende tornar-se uma referencia no turismo mundial para pessoas ricas, e por isso vale a pena saber mais sobre ela.

Em primeiro lugar, deve-se evitar confundir Abu Dhabi com Dubai, outro emirado Árabe que ganhou fama recentemente como centro financeiro e turístico mundial. Dubai tornou-se famosa rapidamente por grandes prédios (como o inconfundível hotel em forma de veleiro Burj Al Arab) e pelas ilhas artificiais em forma de palmeira.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

ARQUIPÉLAGO FERNANDO DE NORONHA

Fernando de Noronha


Arquipélago vulcânico pertencente ao estado de Pernambuco, formado por 21 ilhas, ilhotas e rochedos, ocupando uma área de 26 km², situado no Oceano Atlântico, a leste do estado do Rio Grande do Norte, constitui um Distrito estadual de Pernambuco desde 1988, quando deixou de ser um território federal cuja sigla era FN. É gerida por um administrador-geral designado pelo governo do estado.

 
Sua ilha principal, cujo nome é o mesmo do arquipélago, é a parte visível de uma cadeia de montanhas submersas, com uma área de 18,4 km², distando 545 km de Recife (PE) e 360 km de Natal (RN). A base dessa enorme formação vulcânica está a mais de 4.000 metros de profundidade e constitui 91% da área total. Destacam-se, ainda, as ilhas Rata, Sela Gineta, Cabeluda, São José e as ilhotas do Leão e da Viúva. Estudos apontam que a formação do arquipélago data de 2 a 12 milhões de anos.
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A ilha teria sido descoberta, provavelmente em 1500, por Gaspar de Lemos ou por uma expedição da qual Duarte Leite equivocadamente terá atribuído o comando a Fernão de Noronha, em 1501-1502. Todavia, o primeiro a descrevê-la foi Américo Vespúcio, que participou da expedição de Gonçalo Coelho.
O nome do arquipélago provém do nome do primeiro proprietário da capitania hereditária, Fernão de Noronha, após doação de D. Manuel I em 16 de fevereiro de 1504.
O local foi invadido algumas vezes, nomeadamente em 1534 por ingleses, de 1556 até 1612 por franceses, em 1628 e 1635 pelos holandeses, voltando ao controle português em 1700, para ser reconquistada pelos franceses em 1736 e, definitivamente, ocupada pelos portugueses em 1737.
Fernando de Noronha é exemplo de preservação ambiental, em convívio direto com a atividade turística, deixando a desejar no quesito infraestrutura.
Após uma campanha liderada pelo ambientalista gaúcho José Truda Palazzo Júnior em 1988, a maior parte do arquipélago foi declarada Parque Nacional, com cerca de 8 km², para a proteção das espécies endêmicas existentes e da área de concentração dos golfinhos rotadores que lá se reúnem diariamente na Baía dos Golfinhos – o lugar de observação mais regular da espécie em todo o planeta.